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Sala de espera
R$59,90Sala de espera
Sala de espera é um relato real e contundente de quem acompanha um paciente diagnosticado com câncer que vai fazer radioterapia em outra cidade. Recheado das histórias de outras pessoas que também fazem o tratamento, o livro fala sobre a sensação de ficar em uma casa de apoio do SUS, as dores e indagações, os conflitos internos, as descobertas e reflexões sobre a vida que pulsa, pela perspectiva de quem acompanha, não da pessoa doente.
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A morte é uma geladeira vazia
R$99,90A morte é uma geladeira vazia
“A morte é uma geladeira vazia” é um convite para um passeio pelos corredores nostálgicos de um lar em luto. Após perder seu pai aos 13 anos, a autora nos guia por uma viagem catártica, onde a escrita atua como válvula de escape na busca de entender o que ainda fica quando tanto se vai. Entre lembranças saudosas e memórias de um futuro inventado, esse livro é uma jornada pelas entranhas da perda em uma busca desesperada por significado em um mundo de ausências. -
Nas margens do Rio São Francisco
R$54,90Nas margens do Rio São Francisco
A história se passa às margens do Rio São Francisco e acompanha Maria, uma jovem de família rica que se sente sufocada pelas expectativas da sociedade e sonha com um mundo mais justo e igualitário. Maria conhece Laurinda, uma criatura mágica que vive nas profundezas do rio. Laurinda, que também carrega as dores de um passado difícil, encontra em Maria um novo sentido para sua existência. Juntas, elas desafiam convenções sociais e preconceitos em busca de liberdade e felicidade, encontrando refúgio e aceitação na comunidade de seres lendários que habitam o rio. No entanto, o amor de Maria e Laurinda é considerado proibido pela sociedade da época, e elas precisam lutar para viver esse amor em um mundo que não as compreende.
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Cem Sem Zen Sonetos
R$59,90Cem Sem Zen Sonetos
Coletânea com cem sonetos decassílabos e metrificados. São recuperados temas, personagens e situações típicos do autor sob a forma e mesmo o linguajar de velhos sonetos. Busca-se exatamente produzir o estranhamento de motivos e âmbitos contemporâneos sob a forma lírica, já quase arcaica, de sonetos com versos rimados. São textos íntimos, líricos e metafísicos, a despeito de certas escolhas vocabulares um tanto exóticas. Os sonetos, embora alguns tragam certos tópicos cotidianos, têm uma aura zen. São sempre a perspectiva perplexa de uma testemunha solitária diante de fatos cotidianos e inéditos. O novo e o antigo, o fugaz e o eterno estão atados nessa experiência poética que nasceu inicialmente da necessidade urgente de manter a mente ocupada, para não ceder à doce tentação da loucura.
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Historiografia jurídico-crítica da disputa pela terra: entre a posse e a propriedade no Brasil
R$69,90A obra “Historiografia Jurídico-Crítica da Disputa pela Terra: Entre a Posse e a Propriedade no Brasil” analisa a consolidação da propriedade privada no Brasil e os impactos dessa estrutura na exclusão social, na violência institucional e na luta pela terra. A obra investiga como o Estado ora se posiciona como regulador, ora age como repressivo diante das disputas fundiárias. A partir de uma abordagem jurídico-crítica, o livro examina as relações entre posse e propriedade, destaca os conflitos nas regiões de fronteira e os desafios enfrentados por camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais na reivindicação de seus direitos. Sob uma perspectiva interdisciplinar, a obra revela os mecanismos históricos e jurídicos que sustentam a desigualdade fundiária.
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Direito Agrário: perspectivas e desafios contemporâneos
R$59,90Esta coletânea reúne textos de autores advogados que atuam no campo do direito agrário e regularização fundiária no dia a dia. Sendo a maioria dos autores oriundos da Pós-graduação em Direito Agrário e Gestão de Agronegócios da Escola do Legislativo do Piauí (2022-2023), sob minha coordenação, Liliane Pereira de Amorim, e da Coordenação-Geral da professora Socorro Barreto, que tem grande contribuição na formação de advogados no Estado do Piauí e do apoio do advogado Germano Coelho, que, juntos, construíram a 3º turma da pós-graduação em Direito Agrário do Piauí.
Este livro é organizado pelas professoras mestras em Direito Agrário (UFG), Liliane Amorim, Karla Rodrigues e Rafaela Oliveira, que tem desenvolvidos pesquisas na temática e fizeram a minuciosa leitura e revisão dos artigos que compõe esta coletânea.
Nesta coletânea de artigos, abordamos a complexa teia de desafios e avanços que moldam a regularização fundiária e suas interações com o direito agrário e agronegócio, direitos territoriais e a segurança jurídica no Brasil. A partir de uma análise minuciosa dos princípios e práticas que regem a gestão de terras, nosso objetivo é iluminar as múltiplas facetas desse campo vital para o desenvolvimento sustentável e a justiça social. O conceito de “duração razoável dos processos” surge como um princípio fundamental no contexto da regularização fundiária junto ao Instituto de Terras do Piauí (INTERPI-PI). Este princípio não apenas busca garantir a eficiência e celeridade nos procedimentos, mas também reflete um esforço em harmonizar a burocracia com a necessidade de justiça e equidade. A aplicação eficaz desse princípio é crucial para superar os desafios históricos e contemporâneos da regularização fundiária, especialmente em regiões como o MATOPIBA, onde a pressão sobre os recursos e a demanda por regularização são intensas. Avançando para a discussão dos avanços na política de regularização fundiária do Piauí, destacamos a luta contra práticas predatórias no mercado fundiário da região do MATOPIBA. Este movimento não apenas procura proteger as comunidades locais, mas também estabelecer uma base sólida para um desenvolvimento rural sustentável. Paralelamente, exploramos as complexidades jurídicas associadas à Ação de interdito proibitório, analisando os limites da sentença e a inversão da posse como instrumentos para a proteção de direitos fundiários. No universo do agronegócio, as relações contratuais emergem como um campo de novos complexos e desafios. A interação entre o agronegócio e os povos e comunidades tradicionais no MATOPIBA(Maranhão, Tocantis, Piauí e Bahia) revela a necessidade de um equilíbrio delicado entre interesses econômicos e direitos territoriais. O direito de vizinhança, nesse contexto, ganha uma nova dimensão, exigindo uma abordagem mais inclusiva e respeitosa. A análise do instituto da usucapião, com foco nas faces da posse e sua legitimidade, fornece uma visão crítica sobre como o direito à terra é moldado e contestado no Brasil. A segurança jurídica, como pressuposto para a organização do território, é um tema recorrente, refletido na necessidade de conformidade e na burocracia que muitas vezes distanciava e atrasava o crescimento da atividade rural familiar de pequeno porte. O conceito de “backlash”, o marco temporal indígena e a mercadorização dos territórios tradicionalmente ocupados no Brasil são discutidos para evidenciar os conflitos e as dinâmicas de poder envolvidas na gestão territorial. A regularização fundiária, em sua essência, busca fornecer uma base de segurança jurídica que possa suportar tanto a justiça social quanto o desenvolvimento econômico, protegendo as comunidades tradicionais e promovendo um uso sustentável dos recursos. Convidamos o leitor a percorrer as páginas seguintes com um olhar crítico e reflexivo, reconhecendo a interconexão entre esses temas e a importância de uma abordagem integrada para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades no campo da regularização fundiária e do agrário. O diálogo entre segurança jurídica, justiça social e desenvolvimento econômico é fundamental para construir um futuro mais justo e sustentável para todos os brasileiros.
Liliane Pereira de Amorim Brasília, 30 de agosto de 2024.
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Os limites do direito das marcas e os direitos fundamentais
R$249,90A obra é o resultado da conclusão da defesa da tese intitulada Trade Mark Boundaries and Fundamental Rights: a Comparative Approach Between the US and the EU, no Centre d’etudes internationales de la propriete intellectuelle (CEIPI), que é parte da Université de Strasbourg, em 20/09/2021. A banca avaliadora foi integrada pelos seguintes professores doutores: Lisa Ramsey, da Universidade de San Diego, California; Martin Senftleben, da Universidade de Amsterdãm, diretor do Institute for Information Law (IViR); Andrea Hamann, diretora adjuntada da Université de Strasbourg; Christophe Geiger, meu orientador, na época professor do CEIPI e hoje professor na Universidade Luiss Guido Carli (Roma), e Allan Rocha de Souza, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A pesquisa do doutorado foi financiada pela bolsa de estudos para doutorado pleno no exterior da CAPES. A obra examina os “limites” internos e externos do direito de marcas. As limitações “internas” decorrem do objeto de proteção das marcas, como o caráter distintivo, dos requisitos que devem ser provados pelo titular em relação à infração, como probabilidade de confusão, parasitismo e diluição, e as exceções e limitações, que são reunidas sob a designação de “defesas”, como “uso como marca”, “uso no comércio”, “uso justo”, “justa causa” etc. Os limites internos são todos eles construídos na estrutura legal do direito de marcas. Em contraste, as limitações “externas” são impostas ao direito de marcas como resultado da Constituição norte-americana ou do arranjo convencional na União Europeia para a proteção dos direitos fundamentais. Assim, nos EUA, por exemplo, a lei de marcas é limitada pela Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão, pela Cláusula de Patentes e Direitos Autorais, que impede que as marcas usurpem o objeto proteção do direito de patentes e direitos autorais, e pela Cláusula do Comércio que, historicamente, protegia a liberdade de empreender e que é a fonte federal e constitucional de proteção das marcas nos EUA. Na União Europeia, essas limitações externas estão previstas na Carta dos Direitos Fundamentais, que protege a liberdade de expressão, a liberdade de empresa e a propriedade intelectual. A liberdade de expressão também é protegida pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Além disso, também é considerado o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, que protege o princípio da livre circulação de bens e que serve como princípio orientador do direito de marcas europeu. A primeira parte do livro analisa o objeto de proteção, a infração e as defesas em ambos os ordenamentos jurídicos e questiona se essas limitações internas são suficientes para resguardar a liberdade de expressão e a liberdade de empresa. Tendo concluído que não o são, a segunda parte avalia como essas limitações internas poderiam ser mais bem harmonizadas com esses direitos fundamentais ou se algumas doutrinas deveriam ser consideradas inconstitucionais. O livro se destina aos profissionais do direito, alunos de pós-graduação, professores, advogados e magistrados, que desejam aprofundar os seus conhecimentos do direito de marcas.
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Cabrita da Peste
R$69,90Cabrita da Peste
Murilo, um jornalista ansioso e irônico, transforma o humor em sua armadura favorita. Nas sessões de terapia, onde seus traumas e medos vêm à tona, ele é desafiado a trazer Cabrita da Peste, um roteiro de série que escreveu, para ajudar a revelar o que esconde dentro de si. A protagonista Lindalva, uma sertaneja destemida, começa a se misturar com os dilemas de Murilo, enquanto ele tenta entender o que o impede de confiar e se abrir para novas relações. Em meio a risadas e reflexões, ele enfrenta as barreiras emocionais que o aprisionam, descobrindo que acreditar em si mesmo pode ser a chave para reescrever sua própria história. -
As sementes que o fogo germina
R$59,90As sementes que o fogo germina
Obstinado, um garotinho busca nos elementos da natureza a cura para sua incapacidade de falar. Em seus minutos finais de vida, um avô evoca as lembranças olfativas que guardou da neta. Um guia de comportamento feminino revela o passo a passo infalível para se manter atraente. A festa em comemoração aos 94 anos da matriarca só começa com o apagar das velas. As sementes que o fogo germina pode ser lido como um pequeno inventário de histórias desconcertantes e de extenso alcance emocional. Vivendo entre um passado nebuloso e um presente enigmático, também entre a renúncia e a devoção, as personagens nos fazem questionar: até que ponto uma existência é capaz de resistir ao peso do desamparo e da crueldade infligida? A frustração, a inveja e o ressentimento servem de força motriz para o ato da criação, ou apenas fertilizam emoções destrutivas? Mas os textos de estreia de Sumaya Lima na ficção não se apoiam em respostas prontas fornecidas pelo enredo. Sua escritura, equilibrada sobre um fio lírico, irônico e sedutor, maneja silêncios e vozes dissonantes, valoriza subtextos e demais camadas de significados que somente a poética do corpo, chegando antes do sujeito, é capaz alcançar.
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Essa é minha última chance para (me) amar de novo
R$54,90Essa é minha última chance para (me) amar de novo
Recomeços, fracassos e amor. Quantas vezes, diante de uma dor pontiaguda, olhamos para dentro de nós mesmos e pensamos: Esta vai ser a última vez. Certos de que não há mais forças para continuar tentando amar o mundo e o que existe nele. Mas isso nunca acontece, porque a faísca que mora dentro do coração continua nos fazendo ir em frente. E, de repente, estamos longe desses instantes tristes, que pareciam eternos, mas nunca são. Porque nenhuma dor é. Nunca é a última tentativa, nunca é o fim de nós mesmos. Sempre há uma nova chance para continuarmos buscando o amor.
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E depois deste desterro…
R$49,90E depois deste desterro…
Em “E depois desse desterro…” somos convidados a fazer um passeio pelas memórias, alegrias e dores, da personagem principal. Sem um nome próprio na história, a autora deixa essa parte em aberto para que, de alguma forma, nós possamos nos ver melhor dentro dos sentimentos, lembranças e acontecimentos narrados. O livro acompanha a protagonista na arrumação dos pertences na casa que ela herdou dos avós. Ao ter que abrir caixas, escolher o que fica e o que será doado, as lembranças dela são desveladas, os sentimentos do passado, até então suprimidos, são despejados no seu presente, os dias são norteados pelo futuro breve, do passar do tempo que ela tem para fazer isso.
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A extraordinária amizade de Diógenes e Peralta
R$59,90A extraordinária amizade de Diógenes e Peralta
Neste livro, um solitário protagonista é obrigado a confrontar temas complexos sobre sua própria existência em uma narrativa que combina reflexões profundas com toques de fantasia e de humor ácido.
Na trama – que se passa na São Paulo atual -, Diógenes vive uma vida sem grandes emoções, espremido entre um emprego tedioso e uma paralisante inabilidade social. Sua única companhia é um canário amarelo, presente de sua madrinha na intenção de curar-lhe a solidão aparente.
Acontece que o canário, de nome Peralta, é mudo e nunca cantou sequer uma única nota em sua vida. Incomodado com o silêncio do pássaro, Diógenes embarca em uma pequena epopéia de ações obsessivas para tentar reverter o quadro do animal, mas sem nenhum sucesso.
Apático e já desistindo da empreitada, o humano é pego de surpresa em uma noite abafada, na qual, sem nenhuma razão aparente, Peralta começa a falar. A partir deste instante, o canário, através de seus comentários mordazes e excessivamente diretos, instiga Diógenes a embarcar em uma jornada de autodescobrimento por uma São Paulo ainda cinza, mas com um pouco mais de magia nos detalhes.
A história configura-se quase como uma fábula para jovens adultos e tem o objetivo de ser uma fuga à atribulada vida cotidiana – infestada de telas, ansiedade e notícias apocalípticas.
Mesmo pretendendo ser um livro leve, aborda temas universais sérios com os quais muitos habitantes de grandes metrópoles podem se relacionar: a solidão urbana, a frieza das relações humanas contemporâneas e o cansaço imposto pela sociedade da produtividade e do consumo.