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Massacres e Conflitos Agrários na Região de Fronteira do Brasil
R$59,90“Massacres nos Conflitos Agrários no Brasil: Reflexões a partir da Criminologia Crítica” é uma obra de destaque que explora os massacres ocorridos nos conflitos agrários entre 1985 e 2019, mediante uma análise inovadora, conectando os eventos de massacre ao conceito de fronteira, além de identificar os sujeitos envolvidos e suas disputas por direitos reconhecidos pelo judiciário. Ancorada na criminologia crítica, a obra oferece uma compreensão profunda dos conflitos e suas relações com o Direito Agrário. Assim, verifica-se uma perspectiva sensível, técnica e crítica, aliada à análise de casos específicos, tornando o livro uma leitura fundamental para pesquisadores e interessados no tema. O livro estimula reflexões sobre a reforma agrária, a proteção da vida no campo e a necessidade de combater a violência e opressão enfrentadas pelas comunidades rurais brasileiras. Em suma, trata-se de um valioso guia para compreender a violência no campo e a luta pela terra no Brasil, contribuindo para o avanço do debate acadêmico e para a busca de soluções para os conflitos agrários no país.
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Função Social da Terra em última Instância
R$89,90O direito à terra, numa concepção democrática do direito de propriedade, assentada na CF/88, rompe com uma tradição histórica, econômica, política e social de compreensão da terra como mercadoria e do direito de propriedade como direito absoluto, sacralizado. No Estado Democrático de Direito, o direito à terra eleva a reforma agrária a mecanismo de democratização das relações sociais agrárias, indispensáveis à concretização dos direitos fundamentais da população campesina, com reflexos nas condições de vida de toda a sociedade e no desenvolvimento nacional.
Partindo dessa concepção, Ana Maria de Carvalho desnuda a forma como as instituições democráticas, em especial o Poder Judiciário, por meio da violência simbólica que legitima a dominação política e social nas relações agrárias, privilegia uma visão da propriedade privada da terra como individual e absoluta, em detrimento de uma concepção democrática do direito à propriedade, em especial do direito à terra, como direito inerente à condição humana.Trecho da apresentação de
Fabiana Lemes Zamalloa do Prado
Promotora de Justiça – MPGO
Mestra em Direito, pela UFG -
Até a última Gota
R$54,90Até a última Gota
Até a última gota é um livro-performance. As quatro narrativas que compõem a coletânea se encontram no conflito entre os dramas pessoais de seus protagonistas e os problemas que estão na ordem do dia da sociedade.
Temas como desigualdade social, crise dos refugiados, machismo e transfobia se cruzam com questões intimistas como o luto, desejo e rancor.
Portanto, aqui, o leitor vai encontrar mais do que apenas boas histórias.
Ele(a) vai encontrar estruturas inteligentes que desafiam visões bidimensionais do mundo.
São narrativas densas, por vezes delirantes e vertiginosas, que buscam capturar o caos de uma sociedade sempre a ponto de explodir. Afinal, como se acalmar em um mundo com tantos temas urgentes? Um bom ponto de partida pode estar na leitura dessas histórias. -
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NecroBrazil
R$44,90NecroBrazil
Convidado por Danilo Lumiano para fazer a orelha do seu livro NecroBrazil com Z, percebi as suas preocupações com as deteriorações de valores humanos e boas relações que crescem de forma assustadora no nosso país, o Brasil com S. O texto busca mostrar o quanto o Brazil com Z, em pouco tempo, passa a priorizar relações extremadas, fora do terço médio dos espaços, local das salutares construções humanas. Sendo construído por povos de diferentes culturas, o Brasil é marcado pelas convivências humanizadas entre diferentes caminhares, pois estas relações são fomentadas no interior do referido espaço. Em condições normais, nestes espaços, as construções humanas são geradas, guardando princípios civilizatórios. Áreas em que os sonhos e utopias vão se concretizando. Fora dos referidos espaços, os sonhares utópicos vão se necrosando e se transformando em distopias, ou seja, utopias necrosadas. O NecroBrazil alerta e, ao mesmo tempo, convida amigas, amigos, parceiras e parceiros do Brasil com S, nossa casa, para continuarmos construindo e alimentando as nossas relações de humanidades longe das utopias necrosadas e sim valorizando as diferenças humanas nas suas diversidades. “O céu está cinza sem sinal de chuva todavia com aparição do arco-íris”. Esta afirmação nos diz que arco-íris e chuva podem viver e crescer juntos. Nesse sentido, o livro nos proporciona uma leitura crítica com olhares diversos. Tenho quase a certeza de que NecroBrazil caminhando com você, leitor, continuarão acreditando utopicamente e concretamente, possibilitando a transformação e restauração do Brazil com Z em Brasil com S. Nação de todas todes e todos.
Juraci Tavares
Poeta | Salvador-Ba -
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Comumente Singular
R$49,90Comumente Singular
O sentido de nossa existência material está escondida no dia-a-dia, no pingos da chuva, no ar que se respira, nos detalhes que ignoramos pela pressa da vida capitalista, que de crise em crise vai nos roubando a sensibilidade e o próprio sentido em existir. Este livro foi idealizado como um manifesto, um grito para que se reflita sobre tudo que se ignora, por toda a vida que se perde enquanto estamos imersos em um mundo de pressa, pressão, cansaço e tédio.
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Espasmos
R$49,90Contração involuntária. Abstração, êxtase, arroubo. Ambos os significados de espasmos descrevem bem o que é encontrado em ESPASMOS: Uma poesia que surge do espanto com o mundo real.
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Pauliceia Desvairada e o Movimento Modernista
R$49,90Em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna a Mondru Editora publica esta edição especial que reúne o livro de poesias “Pauliceia Desvairada” e o texto “O Movimento Modernista” proferido no Salão de Conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, no dia 30 de abril de 1942 por Mário de Andrade.
As duas obras possuem importância ímpar na literatura nacional. Tal como diz o próprio Mário de Andrade, “Pauliceia Desvairada” inaugura o movimento modernista. Escrito entre 1920 e 1921, e publicado no ano da Semana de Arte Moderna, o livro representa o espírito moderno que ressoou nas salas do Teatro Municipal de São Paulo. Todavia, é o discurso de Mário de Andrade, proferido 20 anos após a Semana, na qual foi vaiado ao ler os poemas deste livro, que lança luz sobre o movimento.