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O Benefício do Pecado · Cesar Prestes Maia Press release

Cesar Prestes Maia Um aspirante a escritor busca redenção e realização enquanto enfrenta as complexidades da vida em um bar decadente.

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"O Benefício do Pecado" de Cesar Prestes Maia, explora a dualidade entre o certo e o errado, o prazer e a culpa, a realidade e a ficção na vida de Augusto Figas, um jovem garçom e aspirante a escritor. Ambientada em Bauru, a história tem como palco principal o Bar do Rico, um ambiente “decadente” frequentado por almas perdidas em busca de refúgio e esquecimento. As descrições detalhadas do bar, desde o piso imundo até o cheiro impregnado de cigarro e cerveja, criam uma atmosfera claustrofóbica e melancólica que reflete o estado de espírito do protagonista. Figas, por meio de uma narrativa em primeira pessoa, nos convida a adentrar em seus pensamentos, sonhos, frustrações e aspirações. Ele observa os frequentadores do bar e seus colegas de trabalho com um olhar perspicaz e crítico, transformando suas histórias em matéria-prima para o livro que almeja escrever. A narrativa não se limita a apresentar um retrato realista do cotidiano de um bar, mas explora a fundo as relações interpessoais, os conflitos, as angústias e as motivações de cada personagem. Somos apresentados a figuras marcantes como Graça, Birra, Kumbaya e Marília, cada um carregando suas próprias dores, segredos e desejos. O autor utiliza uma linguagem crua e coloquial, permeada por humor ácido e reflexões existencialistas. A escrita de Maia é ágil, envolvente e rica em detalhes, transportando o leitor para o universo decadente e ao mesmo tempo poético do Bar do Rico.

Sobre a obra

Gênero
Romance
Selo
Mondru
Páginas
176
Formato
14 × 21 cm
Lançamento
20/09/2024
ISBN
978-65-6042-059-5
Preço de capa
R$ 69,90

“O Benefício do Pecado” de Cesar Prestes Maia, explora a dualidade entre o certo e o errado, o prazer e a culpa, a realidade e a ficção na vida de Augusto Figas, um jovem garçom e aspirante a escritor. Ambientada em Bauru, a história tem como palco principal o Bar do Rico, um ambiente “decadente” frequentado por almas perdidas em busca de refúgio e esquecimento. As descrições detalhadas do bar, desde o piso imundo até o cheiro impregnado de cigarro e cerveja, criam uma atmosfera claustrofóbica e melancólica que reflete o estado de espírito do protagonista. Figas, por meio de uma narrativa em primeira pessoa, nos convida a adentrar em seus pensamentos, sonhos, frustrações e aspirações. Ele observa os frequentadores do bar e seus colegas de trabalho com um olhar perspicaz e crítico, transformando suas histórias em matéria-prima para o livro que almeja escrever. A narrativa não se limita a apresentar um retrato realista do cotidiano de um bar, mas explora a fundo as relações interpessoais, os conflitos, as angústias e as motivações de cada personagem. Somos apresentados a figuras marcantes como Graça, Birra, Kumbaya e Marília, cada um carregando suas próprias dores, segredos e desejos. O autor utiliza uma linguagem crua e coloquial, permeada por humor ácido e reflexões existencialistas. A escrita de Maia é ágil, envolvente e rica em detalhes, transportando o leitor para o universo decadente e ao mesmo tempo poético do Bar do Rico.

Citações

“O universo das palavras escritas é uma floresta bela e florida que convida qualquer um que cruze o seu caminho a entrar, o que poucos sabem são os labirintos que crescem por essas trilhas e que cativam e aprisionam milhares e milhares de otários inspirados todos os anos. As florestas magistrais dos sonhos são adubadas pelos esqueletos farelentos dos perdedores, sei disso pois já me deparei com tantas ossadas por esse sinuoso trajeto. Permanecer vivo é uma proeza”

Sobre a autoria

Foto de Cesar Prestes Maia

Cesar Prestes Maia

@cesarpmaia

Era solstício de verão em 98 quando nasci, sol de cangaceiro fervendo na rua e uma mãe quarentona realizando uma cesária sofrida e solitária. Me deu o nome de Cesar, não sei se por isso, mas que é poético eu acho. Depois disso foi só desastre.

Aprendi na adolescência que se juntasse umas palavras eu era capaz de ter tudo o que quisesse - ao menos no papel. Depois disso foi só mais desastre. Fazia garatujas de romances homossexuais nos meus cadernos de ensino fundamental que se aprimoraram no ensino médio em novelas rebeldes e clichês. Não houve um ano em que não peguei exame de alguma matéria por conta disso. Foi aí que percebi que estava preso pra sempre com essa maldição de escrever tudo que acho justo ser escrito. E, pro meu azar, nasci com um senso de justiça descalibrado.

Hoje tenho 24 anos e permaneço o mesmo perdedor que era antigamente, apenas mudei de aparência, descobri que a beleza e a vaidade ajudam quando não se sabe muito da vida além da que você mesmo cria. Estudo gastronomia, mas também já estudei jornalismo e letras - e quase fui pro direito. Não terminei nenhum se fizerem as contas. Tudo isso pra fugir de admitir que queria ser escritor. Afinal a escrita é um vício, igual ao alcoolismo e ao uso de narcóticos - pelo menos no meu manual.

Tenho fé em minha literatura. Digo até orgulho, e não ligo se parece soberbo, se não achasse bom já teria parado faz tempo. Não nasci com tempo pra fazer merda. Depois de muito tempo me escondendo decidi bicudar a porta e mostrar pra minha vizinhança o que tanto faço enjaulado em casa, entortando a coluna e teclando madrugas em aberto enquanto um cheiro de erva esquisito sai da minha janela.

Ficha técnica

AutoriaCesar Prestes Maia@cesarpmaia
EditorJeferson Barbosa@jeferson3barbosa
Coordenação editorialJuliana Matos@juliana3matos
Assistente editorialKhálysto Soares@khalysto.soares
RevisãoKah Dantas

Contato

Imprensa: imprensa@mondru.com
Site: mondru.com/livros/o-beneficio-do-pecado/