A Mondru Editora tem o prazer de anunciar o lançamento de "Os dias são todos domingos", a primeira coletânea de poemas do jovem autor paulistano Miguel Rosa. A obra, que promete mergulhar os leitores em um universo de emoções e reflexões, chega ao mercado literário como uma voz fresca e original na poesia contemporânea. Miguel Rosa, formado em Artes Visuais e com uma trajetória artística que transita entre diversas mídias, como desenho, colagem e pintura, apresenta em sua estreia literária um trabalho que equilibra sensibilidade, musicalidade e profundidade.
O livro é um mergulho na alma humana e suas complexidades, explorando temas como o amor, a vida urbana e as reflexões existenciais. Os poemas de Miguel Rosa conduzem o leitor por uma jornada emocional que abrange desde a paixão avassaladora até a melancolia do término, culminando na busca por um recomeço. Em versos como "Samba da Queixa", o autor convida a uma reflexão sobre a beleza e a desordem que o amor instaura na rotina, enquanto em "reblue" o leitor é arrebatado pela dor da saudade e a persistência do passado. A obra vai além da superfície, explorando a "insensatez azul" dos sentimentos e as marcas que os "espinhos" da vida deixam no peito.
A obra apresenta uma linguagem poética singular, com referências a outros autores e artistas como Manoel de Barros, Claude Debussy e Carlos Drummond de Andrade. Os poemas exploram diversos estilos, transitando entre versos sobre o amor, o cotidiano, a cidade e a busca por sentido. Em "Samba da Queixa", por exemplo, o autor mistura o ritmo do samba com reflexões sobre o desamor e a perda da razão. Em "Prelúdio", inspirado na obra de Claude Debussy, o autor explora o encontro e o desencontro amoroso. A coletânea também apresenta poemas sobre a solidão, como em "Monossilábico", e sobre a busca por um recomeço, como em "Recomeço".
A poesia de Miguel Rosa ecoa os sentimentos e experiências de muitos, que se identificarão com a honestidade e profundidade de seus versos. "Os dias são todos domingos" é um convite à reflexão e à sensibilidade, uma obra essencial para os amantes da poesia que apreciam a beleza da palavra e a profundidade da alma humana. A Mondru Editora convida todos a descobrirem a estreia poética de Miguel Rosa e a se encantarem com a sua visão única do mundo.
Com este lançamento, a Mondru Editora reafirma seu compromisso com a descoberta de novos talentos da literatura brasileira e com a publicação de obras que instiguem a reflexão e a emoção. "Os dias são todos domingos" é mais do que uma coletânea de poemas, é uma experiência literária que ficará na memória de cada leitor.
Sobre a obra
- Gênero
- Poesia
- Selo
- Mondru
- Páginas
- 72
- Formato
- 14 × 21 cm
- Lançamento
- 21/05/2025
- ISBN
- 978-65-6042-193-6
- Preço de capa
- R$ 54,90
"Os dias são todos domingos" é um livro de poemas que explora a jornada emocional de um eu lírico sensível e observador. O livro acompanha esse eu lírico em suas experiências com o amor, desde a paixão avassaladora até a melancolia do término, passando por reflexões sobre a vida urbana e questões existenciais. Através de uma linguagem rica em imagens e musicalidade, a obra convida o leitor a mergulhar em um universo de sentimentos, onde a busca por um recomeço se torna um fio condutor. Os poemas abordam a beleza e a desordem do amor, a dor da saudade e as marcas deixadas pelas experiências da vida. A coletânea se apresenta como um convite à reflexão e à sensibilidade, sem revelar os detalhes específicos dos acontecimentos e resoluções.
Citações
“Domingo Foi assim: um meio jazz de Gershwin me tomou por inteiro. Eu que, sapo tanoeiro, parnasiano aguado, busco rimas que te fariam gostar. Fico sem ar, um tanto acuado por perder estribeiras, as eiras e as beiras, a métrica, o caso. Nesse caso, Será que caso? Caso queira, poderia? Não conto com o acaso. Os planos me falham como falha a frase: nem sei se boto a crase, porque é tudo à ela, mas a ela não costuma me olhar. Quem sabe um dia, talvez domingo. Pra que servem as minhas mãos Sempre olhei mesmerizado minhas próprias mãos, tentando entender (sem sucesso) para que elas servem. Quando quase desisti, suas mãos, com toda delicadeza de quem opera marionetes de infinito, gravitaram às minhas. Pela sua mão pluma repousando sobre mim descobri afinal que errei a transitividade do verbo. Minhas mãos não servem pra nada, servem a. Em preciosismo quântico, toque primoroso, às suas mãos minhas mãos servem.”
Sobre a autoria
Miguel Rosa
@miguel_srosaMiguel Rosa (2001, São Paulo) é bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes e atua profissionalmente como Produtor, na Janaina Torres Galeria. Concilia seu trabalho com sua pesquisa artística, e sua produção literária.
Esta última não se liga tanto ao aspecto profissional de Miguel, mas sim ao existencial. A vida começa sem explicação. surge-se no mundo confuso, nu e aos berros. O que muda com o tempo é que te vestem e mandam calar a boca. A confusão segue, no sem fim ruidoso de prédios, placas e pessoas. Nesse universo, portanto, escreve. A palavra é providencial ao transbordar amores, digerir perdas, entender as mecânicas da cidade, ou pra que servem as mãos. Seus cadernos passaram a acumular versos, que num processo natural de sedimentação se tornam poemas.
Ficha técnica
| Autoria | Miguel Rosa | @miguel_srosa |
|---|---|---|
| Editor | Jeferson Barbosa | @jeferson3barbosa |
| Coordenação editorial | Juliana Matos | @juliana3matos |
| Assistente editorial | Khálysto Soares | @khalysto.soares |
| Revisão | Matheus Mitre | @mmitretayar |
Contato
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