Marcos Freitas, jornalista e diretor de TV, lança seu primeiro livro de poesias, “Para se ler na barca em dia quente”, uma coletânea que convida o leitor a um passeio ensolarado e despretensioso pela beleza da vida cotidiana.
A obra, publicada pela Mondru Editora, marca a estreia do autor no mundo da literatura, reunindo poemas que nasceram de um menino que andava pela casa vestido de super-herói, mas que tinha medo do escuro e do silêncio. Freitas, um carioca da gema, apresenta uma poesia que se manifesta na apreciação das pequenas coisas, brincando com a passagem do tempo em um relógio que se descompassa. Este lançamento é uma oportunidade para o público conhecer a sensibilidade poética de um autor que já se destaca em outras áreas criativas.
O livro se propõe como um "antídoto para o tédio", oferecendo ao leitor uma experiência de leitura leve e reflexiva. A obra não busca as profundezas dos oceanos, mas sim as águas plácidas dos dias de verão e dos domingos na praia, onde o tempo parece se desacelerar. O próprio título, "Para se ler na barca em dia quente", já é um convite para uma pausa, um momento de contemplação em meio à correria do dia a dia. Os poemas exploram temas como o amor, a passagem do tempo, a infância, a cidade do Rio de Janeiro, e a relação entre a vida e a poesia.
A poesia de Marcos Freitas é como uma "máquina do tempo poderosa", que mistura barulho e silêncio, infância e velhice, pausa e pressa. O autor, com sua escrita peculiar, oferece um olhar sensível sobre o cotidiano, transformando momentos simples em poesia. A obra se destaca por sua originalidade e frescor, com versos que combinam a leveza do dia a dia com a profundidade da reflexão. Além disso, o livro é um convite àqueles que apreciam uma leitura que desacelera o tempo e a correria da vida, proporcionando um momento de paz e contemplação.
A obra também apresenta uma metalinguagem, com poemas que falam sobre o próprio ato de escrever. Em "Anticlimático", por exemplo, Freitas expressa seu descontentamento com a tecnologia e o uso do teclado, enfatizando a importância da escrita à mão e da materialidade da poesia. O autor demonstra uma valorização da tradição poética, ao mesmo tempo em que a insere no contexto contemporâneo, com referências a elementos do cotidiano. Essa mistura de referências torna a obra acessível a diferentes públicos, que se reconhecerão nas experiências e emoções expressas nos poemas.
. O livro oferece uma experiência de leitura única, que convida a desacelerar o tempo, a apreciar a beleza do cotidiano e a embarcar em uma jornada poética pelas águas plácidas da vida. A obra é um convite àqueles que buscam uma poesia que combina leveza e profundidade, e que encontra nas pequenas coisas a grande aventura de viver. O livro é uma excelente opção para quem busca uma leitura agradável e que convida à reflexão, e sua estreia é um marco para a literatura contemporânea.
Sobre a obra
- Gênero
- Poesia
- Selo
- Mondru
- Páginas
- 80
- Formato
- 14 × 21 cm
- Lançamento
- 26/03/2025
- ISBN
- 978-65-6042-194-3
- Preço de capa
- R$ 54,90
"Para se ler na barca em dia quente" é uma coletânea de poemas que convida o leitor a um passeio leve e ensolarado, valorizando a beleza dos momentos cotidianos. A obra explora a passagem do tempo de maneira singular, com um relógio que se descompassa, alternando entre aceleração e pausa. O livro oferece uma poesia que se manifesta nas pequenas coisas, com um olhar sensível para o dia a dia. O autor, Marcos Freitas, apresenta seus versos como um antídoto para o tédio, convidando o leitor a uma reflexão sobre a vida, com referências à infância, ao amor, à cidade do Rio de Janeiro, e à própria poesia. Os poemas são apresentados como uma "máquina do tempo poderosa" que mistura silêncio e barulho, e propõe uma jornada de leitura que conduz a um lugar de contemplação e descoberta. A obra promete surpresas ao final da leitura, com a promessa de levar o leitor para "o outro lado do rio".
Citações
“Boca como arma do crime O veneno do homem é a palavra Do revólver seu gatilho, O crime e o castigo Peixe morre pela boca Gente mata pela fala Grito solto na garganta É corda presa no pescoço Língua corta como faca Tal qual o galo que, onde canta, almoça e janta. Poema Pop Não escrevo para a eternidade. Não tenho esse talento, Nem essa pretensão. Minha poesia é uma pausa no tempo, Ora café da tarde em dia de chuva, Ora água de coco à beira da praia; Poema de brinquedo, quase distração. A poesia que escrevo não resiste a longas viagens: Nasceu para ser lida ao longo de um passeio. Ofereço meus versos como quem oferece um refresco.”
Sobre a autoria
Marcos Freitas
@marcos.ffreitasJornalista formado pela PUC-Rio, diretor de TV e poeta.
Há mais de dez anos brinco de mágica, mas sem coelhos, nem cartolas. Meu circo é a televisão, e meu truque é reinventá-la, sem sucesso.
Este é o meu primeiro livro, que escrevo com certo atrasado: muitas destas poesias nasceram de um menino que andava pela casa vestido de super-herói, mas que tinha medo do escuro e do silêncio.
Sou do Rio de Janeiro e nasci no verão: talvez, por isso, eu goste de tomar sol e tenha muitos amigos. Abro pistas de dança e latinhas de Coca-Cola, e é muito fácil você me encontrar por aí, numa festa extravagante, com roupas de brilho e um convite para dançarmos juntos.
Neste caso, por favor, aceite.
Ficha técnica
| Autoria | Marcos Freitas | @marcos.ffreitas |
|---|---|---|
| Editor | Jeferson Barbosa | @jeferson3barbosa |
| Capa e projeto gráfico | Jeferson Barbosa | @jeferson3barbosa |
| Coordenação editorial | Juliana Matos | @juliana3matos |
| Assistente editorial | Khálysto Soares | @khalysto.soares |
| Revisão | Matheus Mitre | @mmitretayar |
Contato
Imprensa: imprensa@mondru.com
Site: mondru.com/livros/para-se-ler-na-barca-em-dia-quente/