Capa de Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito
Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito · Úrsula Antunes Press release

Úrsula Antunes lança coletânea de poemas que examina a passagem do tempo e as contradições da vida

Publicado pela Mondru, "Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito" reúne textos escritos ao longo de quinze anos pela autora.

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A editora Mondru publica o livro de poesia "Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito", de autoria de Úrsula Antunes. O volume apresenta uma seleção de textos que marcam a trajetória poética da escritora, estruturada a partir de produções que refletem sobre a criação literária e a existência.

A obra investiga os processos de nascimento e término ao longo da vida, equiparando o surgimento do poema tanto à dor de um parto difícil quanto ao ato de semear e multiplicar. Ao tratar a existência em suas virtudes e contradições, os versos buscam reter fragmentos temporais e fixar nas palavras as experiências que atravessam o presente.

Composta por poemas escritos entre 2007 e 2022, a coletânea articula uma escrita desenvolvida durante quinze anos. A proposta textual apoia-se no registro desses cacos de tempo, trabalhando a linguagem poética como um interlúdio contínuo diante dos ciclos de transformação e finitude abordados nas composições.

Úrsula Antunes tem formação nas áreas de Letras e História e atua no mercado editorial como revisora, tradutora, editora, leitora crítica e assistente editorial. Autora de contos voltados à ficção especulativa e de poesias veiculadas em antologias e no site da editora Macabea, ela foi vencedora do prêmio Grand ABERST em 2021.

Sobre a obra

Gênero
Poesia
Selo
Mondru
Páginas
72
Formato
14 × 21 cm
Lançamento
05/03/2024
ISBN
978-65-6042-021-2
Preço de capa
R$ 49,90

Como é o nascimento de um poema? Teria a dor de um parto complicado, ou, alguma vezes, é o alívio de plantar e multiplicar, espalhando sementes infinitas? A poesia que encontramos em "Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito" é uma forma de capturar cacos temporais em poemas que foram escritos de 2007 a 2022. Uma captura que imortaliza palavras em suas virtudes e, até mesmo contradições, como é a existência.

Citações

“O silêncio torna os ecos Dos meus pensamentos desordenados Mais altos Mais estridentes Agulhas, não de acupuntura Porque a cura é o caos. Ouço o tiquetaquear nauseante Do ponteiro dos segundos Tic inspiro Tac expiro Cada movimento ruidoso Torna-me mais distante Do que prometi.”

Sobre a autoria

Foto de Úrsula Antunes

Úrsula Antunes

@ursulaantunes_cl

Minha vida é trabalhar com e para o texto.Tenho formação na área de Letras e História, e atualmente trabalho na área editorial em diversas funções: revisora, tradutora, editora, leitora crítica e assistente editorial. Desde sempre, foi no mundo das palavras que me encontrei, inicialmente pela poesia e, depois, na prosa.

Tenho contos publicados em diversas coletâneas, principamente de ficção especulativa, e alguns poemas em coletâneas e no site da editora Macabea. Em 2021, ganhei o prêmio Grand ABERST.

Ficha técnica

AutoriaÚrsula Antunes@ursulaantunes_cl
EditorJeferson Barbosa@jeferson3barbosa
Capa e projeto gráficoJeferson Barbosa@jeferson3barbosa
Coordenação editorialJuliana Matos@juliana3matos
Assistente editorialAugusto Oliveira
RevisãoKarine Dantas

Contato

Imprensa: imprensa@mondru.com
Site: mondru.com/livros/para-tudo-que-morre-e-nasce-o-interludio-e-o-presente-infinito/