• E depois deste desterro...

    E depois deste desterro…

    E depois deste desterro…

    Em “E depois desse desterro…” somos convidados a fazer um passeio pelas memórias, alegrias e dores, da personagem principal. Sem um nome próprio na história, a autora deixa essa parte em aberto para que, de alguma forma, nós possamos nos ver melhor dentro dos sentimentos, lembranças e acontecimentos narrados. O livro acompanha a protagonista na arrumação dos pertences na casa que ela herdou dos avós. Ao ter que abrir caixas, escolher o que fica e o que será doado, as lembranças dela são desveladas, os sentimentos do passado, até então suprimidos, são despejados no seu presente, os dias são norteados pelo futuro breve, do passar do tempo que ela tem para fazer isso.

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  • Traslado sob céu enxuto

    Traslado sob céu enxuto

    Traslado sob céu enxuto

    “Traslado sob céu enxuto” é um livro estranho, como os estranhos fenômenos que se dão nesse espaço-tempo tão cotidiano que é o meio de transporte coletivo. O livro poderia, como os ônibus, se propor a transportar o leitor de um ponto a outro: as portas – ou capas – se abrem, o leitor entra, ambos partem em direção a um lugar onde só se pode chegar sem mapas; novamente as portas se abrem, e o leitor desce, entregue a esse destino desconhecido. “Traslado” pode nos levar a vários lugares e a lugar nenhum. É um livro ou uma ideia-ônibus, uma ideia que vai acomodando outras em seus bancos de passageiros. É, ainda, um exercício de sondar o que fica em nossas vidas desses encontros com as cidades, com as histórias, com as memórias ou com o não-lugar, o deslocamento.

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  • Uma Língua Estapafúrdia Deixando a Boca

    Uma Língua Estapafúrdia Deixando a Boca

    Uma Língua Estapafúrdia Deixando a Boca

    Ser um corpo de arte, mastigado por afiados dentes-partitura, envolvido em tinta como uma pintura amniótica. É com essa vontade de ter o corpo a serviço da arte – e muitas vezes também a arte a serviço do corpo – que Giulia de Gregorio Listo molda, morde, lambe e rasga as palavras neste livro. Nos poemas a autora explora as maneiras de ocupar espaços com um corpo imenso, que vaza pelas frestas e rachaduras como broto que resiste às violências do caminho.

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  • Para onde vão os pássaros à noite?

    Para onde vão os pássaros à noite?

    Para onde vão os pássaros à noite?

    “Para onde vão os pássaros à noite?” é uma coletânea de poemas que refletem o vazio humano nos tempos atuais, seja nos espaços urbanos, seja nas veredas dos sertões do mundo, em que o ser humano, atormentado pelas suas dores, confere à sua existência uma vida hedonista. A noite é um convite para a fuga de si mesmo e a busca pela liquidez das superficialidades dos (des)encontros. O sujeito contemporâneo vive em um universo de dualidades prazer/dor, noite/dia, claro/escuro, sol/lua, centro/margem, e entorpecido pela vontade de alegria que lhe escapa quando confrontado com sua realidade diária. Este livro convida o leitor a sobrevoar em direção à sua lucidez, ao propor uma reflexão sobre as emoções, as identidades e vivências individuais e coletivas na contemporaneidade.

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  • Primeira Pessoa

    Primeira Pessoa

    Primeira Pessoa

    “primeira pessoa” narra um processo de retomada do protagonismo da própria vida por uma mulher lésbica autista, após o término de um relacionamento abusivo. Com caráter autobiográfico, reúne um conjunto de poesias, autorretratos e trechos de diário, montando uma narrativa que acompanha, de forma íntima, um período de 7 anos da vida da autora. Através de um ponto de vista pessoal, aborda questões sobre feminismo e relações tóxicas, descoberta da sexualidade e do transtorno do espectro autista, liberdade, discriminação, trabalho, capitalismo, solidão, cansaço, amor, cura emocional, autoconhecimento… e através dos trechos de diário, entrelaça as histórias pessoais com fatos históricos de repercussão nacional e global, como o processo eleitoral brasileiro de 2018, a pandemia e o contexto político violento dos últimos anos.

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  • Pequeno Baco Doente

    Pequeno Baco Doente

    Pequeno Baco Doente

    Em Pequeno Baco Doente, somos convidados a explorar os confrontos internos e externos que nos acompanham na travessia pela existência. Por meio da percepção consciente, os fios que tecem a obra buscam alinharem-se com a intencionalidade que entrelaça passado e futuro, sem deixar de se enraizar em nosso ambiente. Os temas gravitam em torno de reflexões sobre o tempo e a efemeridade da vida, o diálogo com a condição humana, o amor e a preocupação com própria matéria da poesia. A memória temporaliza e sintetiza pensamentos que nascem da experiência atual de estar presente no mundo.

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  • Minhas Musas Não Estão Mortas

    Minhas Musas Não Estão Mortas

    Minhas Musas Não Estão Mortas

    Poesia regada a vinho, conflitos existenciais, pílulas e músicas. Tudo isso com uma dose exagerada de loucura, afinal, só os loucos sabem amar. Desde Janis Joplin, Amy Winehouse a Tim Maia, Belchior e outros mais.
    Têm Cora Coralina e Abujamra, depressão e esperança. Freud e Jung, ceticismo e fé. Têm também muito do Don e as polaridades da alma que só quem lê pode compreender.

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  • O Pacifista do Estado Harmônico

    O Pacifista do Estado Harmônico

    O Pacifista do Estado Harmônico

    Em meio à tempestade de uma era tumultuada, Danilo Lumiano ergue sua voz poética como um chamado para a reflexão e o autocuidado. Este livro, uma obra profundamente contextualizada no cenário turbulento do Brasil e do mundo, não apenas expõe as feridas sociais da desigualdade, fome e abandono, mas também nos recorda que somos feitos da matéria do amor.

    Com ousadia, Lumiano insiste em apontar para as feridas da sociedade, convidando-nos a encarar as sombras que muitas vezes evitamos. Contudo, em meio a essas críticas incisivas, ele também acaricia a alma do leitor, recordando-nos da resiliência intrínseca à condição humana e da constante possibilidade de encontrar um novo caminho.

    O poeta, pacifista em um estado harmônico, trilha uma jornada utópica, reconhecendo, no entanto, que as portas do inferno estão escancaradas. Em vez de fechá-las, ele está ocupado demais esculpindo seu próprio caminho em direção à glória. “O Pacifista do Estado Harmônico” não apenas convida o leitor a testemunhar essa jornada, mas também a participar ativamente desse percurso, onde a luz do sol guia cada passo em direção a um horizonte de esperança e renovação.

    Prepare-se para uma experiência poética que desafia, conforta e, acima de tudo, inspira, enquanto o poeta Lumiano nos conduz por entre as sombras da realidade em direção a um amanhã cheio de possibilidades e colorido feitos os corais da profundeza do (a)mar.”O Pacifista do Estado Harmônico” por Danilo Lumiano

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  • Onde fica tangará

    Onde fica tangará

    Onde fica tangará

    “Onde fica tangará” traz 50 poemas, organizados em três partes, que levam o leitor a defrontar-se com a “estranha máscara, mais verdadeira do que a própria face”, de que nos fala Quintana. Máscara essa talhada na argila da vida, onde paixões, emoções, hábitos, sonhos, lugares, reminiscências, imagens, encantamentos e espantos têm emoldurado a alma de um eu-lírico itinerante, ainda neófito, mas já conhecedor dos efeitos que uma cadência intensa de chegadas e partidas pode promover no interior do homem.

     
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  • O Violão da Matilha

    O Violão da Matilha

    O Violão da Matilha

     

    O Violão da Matilha é uma roda de viola e uma hora da caça. Um banquete poético onde a escritora serve suas influências e paixões enquanto brinca, dança e uiva com sua presa: a língua afiada. Nele há transbordamentos e a tentativa visceral de traduzir vivências, o mundo, emoções e a si mesma.

     

    Neste livro palavras comuns cintilam com novas possibilidades… há inventações e parcerias inusitadas que ampliam nosso olhar e nosso sentir para interpretar das profundidades às trivialidades e badulaques da linguagem e da existência. O Violão diverte e encanta com a melodia e a infinitude de possibilitâncias da nossa língua enquanto A matilha, com sua antropofagia poética explícita, nos irmana na adoração pela poesia . Ou seja, um livro canibal e faminto… sirva-se!
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  • Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito

    Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito

    Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito

    Como é o nascimento de um poema? Teria a dor de um parto complicado, ou, alguma vezes, é o alívio de plantar e multiplicar, espalhando sementes infinitas? A poesia que encontramos em “Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito” é uma forma de capturar cacos temporais em poemas que foram escritos de 2007 a 2022. Uma captura que imortaliza palavras em suas virtudes e, até mesmo contradições, como é a existência.

     

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  • Se eu tivesse nascido vulcão

    Se eu tivesse nascido vulcão

    Se eu tivesse nascido vulcão

    Se eu tivesse nascido vulcão é a imersão em poemas escritos em viagens, que narra um longo caminho de redescoberta, ressignificação do cotidiano, e da singeleza de enxergar beleza nas coisas simples. A poesia que resgata o frescor no olhar e a vontade de viver a vida com a certeza de que ela vale a pena. No livro moram poemas de estradar, que revelam novas curvas a cada verso, percorrendo mar, céu, montanha, cidade e deserto.

     

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