Em "Brasil, Baronial ou Varonil? Uma mudança sistêmica" de Rodrigo Celestino Rocha, destaca-se a sua singularidade e o chamado à ação que permeia cada verso. O livro se posiciona não apenas como uma peça literária, mas como um manifesto poético e filosófico que convida o leitor a uma profunda reflexão sobre a história e o futuro do Brasil.
A obra inova ao entrelaçar uma narrativa poética com uma análise incisiva da formação e dos desafios do Brasil. Através de um "improvável e surreal encontro" entre um "vadio vagabundo" e um "nobre um doutor, um letrado, professor", o autor constrói um diálogo que transcende o trivial, transformando-se em uma jornada de autoconhecimento e despertar coletivo. A qualidade mais notável reside na sua capacidade de, por meio de "sutis e melodiosos versos", desvendar as camadas de "ignorância" e "ilusão" que, segundo o profeta, cegaram o povo brasileiro ao longo do tempo.
A narrativa é um convite à "ruptura consciente", um tema que permeia todo o texto e que a distingue. O "velho sábio profeta" desafia o narrador, e por extensão o leitor, a "rever conceitos e metas", expondo como o país se deixou levar por um "processo sombrio que está no ar". Aborda desde as raízes da "tortuosa Nação" plantadas pelos "invasores" até a "nova escravidão" orquestrada pela elite em eventos históricos como a Independência. A inovação está em apresentar essa complexa teia histórica e social de forma acessível e envolvente, utilizando a poesia para "clarear mentes" e combater a "pobre consciência".
O motivo essencial para um press-release reside na relevância e atemporalidade da mensagem do livro, que clama por uma mudança sistêmica. O sábio enfatiza que o "passado foi ontem" e o "presente que agora está em nossa mão" pode moldar um futuro "sublime ou não". A obra é um chamado urgente para que o povo "tome tento e acorde" e "se empodere", para que não se iluda com "essa gente que mente" e que "sente-se donos, pais e patrões". É um manifesto contra a passividade, advertindo que "esperando sempre ficamos e sem querer acomodamos", reforçando a necessidade de "agir" e "atuar".
"Brasil, Baronial ou Varonil?" é mais do que uma leitura; é um catalisador para a ação. O livro inspira a "brusca ruptura" e a "emblemática ruptura" contra o "vil processo" de opressão e ilusão que "arranja" e "cria a dor". A obra defende que "a mente humana tem o poder de elevar, enaltecer novos formatos de decisões" e que, através da coesão e educação, a "Nação se livra da opressão". Ele projeta a esperança de um futuro onde "as minorias, que sempre foram torturadas, terão finalmente suas vidas vingadas", vislumbrando uma verdadeira "independência de fato real" e uma "consciência fazer-se imortal".
Em suma, a obra de Rodrigo Celestino Rocha se destaca por sua coragem e profundidade, oferecendo uma perspectiva crítica e esperançosa sobre o destino do Brasil. Ela convida à reflexão sobre as "duras questões sistêmicas" que "lhe torturam, lhe impedem o crescer" e incita o leitor a ser parte da solução, a "plantar sementes de ações" para alterar os "antigos padrões". É um livro que inspira o cidadão a se ver como "cavaleiros da luz" em uma "terra de delícias" que precisa ser resgatada de suas "amarguras" e "desmandos".
Sobre a obra
- Gênero
- Poesia
- Selo
- Mondru
- Páginas
- 88
- Formato
- 14 × 21 cm
- Lançamento
- 03/09/2025
- ISBN
- 978-65-6042-241-4
- Preço de capa
- R$ 59,90
A obra “Brasil, Baronial ou Varonil? Uma mudança sistêmica” narra o improvável e surreal encontro entre um “vadio vagabundo” e um “nobre um doutor, um letrado, professor” em uma madrugada, que se desdobra em uma profunda revelação. Durante essa noite, o sábio profeta, vindo “lá do Norte”, compartilha visões e ensinamentos sobre a história oculta e o “processo sombrio” que assola o Brasil, expondo as “ilusões” e a “ignorância” que moldaram a nação. Através de “sutis e melodiosos versos”, ele desafia o protagonista, e o leitor, a “rever conceitos e metas”, destacando a necessidade de “quebrar o padrão” e de que o povo “tome tento e acorde”. Impulsionado por essa transformação, o antes “vadio” assume a missão de disseminar a consciência e inspirar uma “brusca e emblemática ruptura” contra a opressão e a manipulação, buscando uma verdadeira “mudança sistêmica” para que o Brasil alcance sua “independência de fato real”.
Citações
“Minha missão nesta parada foi lhe encontrar, dura jornada, pra lhe trazer uma visão, pra expandir seu coração. Vim lhe dizer, como um amigo, do sofrimento e do perigo que se impõe sobre esta Nação que se envolveu na escuridão. Povo que é forte, contudo, sem norte, se corrompeu, se amoleceu, se deixou levar pela ignorância, pratica sorrindo a intolerância. Povo que vive em total discordância, que sempre embrenhado na sua infância, não pensa, não age, não sabe o que faz, maltrata, humilha, se torna incapaz de abrir os seus olhos, poder enxergar as trevas que voltam a lhes dominar, não veem um palmo em frente ao nariz, se acham espertos, porém imbecis.”
“É preciso que o povo tome tento e acorde e saiba que é dono de sua própria sorte. É preciso olhar para o nosso Brasil e não virar as costas pra essa terra gentil, da qual fazemos parte, somos dela semente, e não se iludir com essa gente que mente, que sentem-se donos, pais e patrões. Precisamos urgente quebrar os padrões, é preciso que o povo possa se empoderar e em sua terra se autoafirmar.”
“A mente humana tem o poder de elevar, enaltecer novos formatos de decisões e que acolham todas questões. Pois é preciso compreender que para o homem sobreviver tem que ganhar, tem que perder, serenidade prevalecer. De nada adianta prevermos o futuro, desconhecendo o passado e vivendo no escuro. No momento atual se faz fundamental refletir posições, destruir convenções, novas mentes e novas ideias, novas sementes e novas plateias.”
“Movimento, esta é a palavra de ordem. É chegada a hora da brusca ruptura, contra todo o preconceito, todo o mal, toda fissura. É chegada a hora da emblemática ruptura, de empunhar o seu escudo e ajustar a armadura, de fazer-se ouvir e não desanimar, de saber que sua voz ao longe vai chegar aos ouvidos de quem pensa que é um rei, que define, que mente e que se faz de lei. É chegada a hora da disrupção, de mostrar que quem manda cá nesta Nação é o povo sofrido, pobre lutador, que por anos seguidos engoliu sua dor.”
“Os anos se passaram e meu ser se transformou. De vadio abandonado, digo agora, sou doutor. Doutor de minha alma, doutor na amplitude, a mente indignada porém cheia de atitude. Decidi que minha missão, assim como minha mudança, é ser um bom porta-voz pra quem vive de esperança. Levo a todos as palavras que me foram enraizadas por aquele ser que outrora de maneira tortuosa minha mente alterou, minha alma clareou, fez de mim um cidadão preocupado com a Nação. Quero mentes clarear, quero almas mil salvar da pior escuridão que paira sobre o povão, que é a pobre consciência, que é viver na inocência.”
Sobre a autoria
Rodrigo Celestino Rocha
Graduado em Comunicação Social pela UFG-GO, é escritor, roteirista, poeta, produtor cultural e músico. Recentemente, no 1º Concurso Literário-Musical da AOLA – Academia Ouro-Finense de Letras e Artes, obteve o 1º lugar com seu conto “Casca de Ferida”, que tornou-se um filme curta-metragem. Conquistou o 1º lugar no Concurso Literário da 22ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, e foi selecionado no XXXI Prêmio Moutonnée de Poesia.
Ficha técnica
| Autoria | Rodrigo Celestino Rocha | |
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| Editor | Jeferson Barbosa | @jeferson3barbosa |
| Capa e projeto gráfico | Jeferson Barbosa | @jeferson3barbosa |
| Coordenação editorial | Juliana Matos | @juliana3matos |
| Assistente editorial | Khálysto Soares | @khalysto.soares |
| Revisão | Kellen Casara |
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