Brasil, Baronial ou varonil
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de nada adianta viver do passado
Sobre o livro
A obra “Brasil, Baronial ou Varonil? Uma mudança sistêmica” narra o improvável e surreal encontro entre um “vadio vagabundo” e um “nobre um doutor, um letrado, professor” em uma madrugada, que se desdobra em uma profunda revelação. Durante essa noite, o sábio profeta, vindo “lá do Norte”, compartilha visões e ensinamentos sobre a história oculta e o “processo sombrio” que assola o Brasil, expondo as “ilusões” e a “ignorância” que moldaram a nação. Através de “sutis e melodiosos versos”, ele desafia o protagonista, e o leitor, a “rever conceitos e metas”, destacando a necessidade de “quebrar o padrão” e de que o povo “tome tento e acorde”. Impulsionado por essa transformação, o antes “vadio” assume a missão de disseminar a consciência e inspirar uma “brusca e emblemática ruptura” contra a opressão e a manipulação, buscando uma verdadeira “mudança sistêmica” para que o Brasil alcance sua “independência de fato real”.
Por que publicamos
Publicamos este livro porque ele faz da poesia um lugar de conversa. Num encontro de madrugada entre dois homens de mundos distintos, o verso curto e cantado, próximo da fala, sustenta um diálogo que questiona a história e a formação do país.
É uma voz que une o gesto popular, a prosa de mesa de bar, à ambição de um poema de fôlego, dividido em partes que percorrem passado, presente e futuro. Uma poesia que assume o risco de tomar posição e confia no leitor para discutir com ela.
“Minha missão nesta parada foi lhe encontrar, dura jornada, pra lhe trazer uma visão, pra expandir seu coração. Vim lhe dizer, como um amigo, do sofrimento e do perigo que se impõe sobre esta Nação que se envolveu na escuridão. Povo que é forte, contudo, sem norte, se corrompeu, se amoleceu, se deixou levar pela ignorância, pratica sorrindo a intolerância. Povo que vive em total discordância, que sempre embrenhado na sua infância, não pensa, não age, não sabe o que faz, maltrata, humilha, se torna incapaz de abrir os seus olhos, poder enxergar as trevas que voltam a lhes dominar, não veem um palmo em frente ao nariz, se acham espertos, porém imbecis.”
“É preciso que o povo tome tento e acorde e saiba que é dono de sua própria sorte. É preciso olhar para o nosso Brasil e não virar as costas pra essa terra gentil, da qual fazemos parte, somos dela semente, e não se iludir com essa gente que mente, que sentem-se donos, pais e patrões. Precisamos urgente quebrar os padrões, é preciso que o povo possa se empoderar e em sua terra se autoafirmar.”
“A mente humana tem o poder de elevar, enaltecer novos formatos de decisões e que acolham todas questões. Pois é preciso compreender que para o homem sobreviver tem que ganhar, tem que perder, serenidade prevalecer. De nada adianta prevermos o futuro, desconhecendo o passado e vivendo no escuro. No momento atual se faz fundamental refletir posições, destruir convenções, novas mentes e novas ideias, novas sementes e novas plateias.”
“Movimento, esta é a palavra de ordem. É chegada a hora da brusca ruptura, contra todo o preconceito, todo o mal, toda fissura. É chegada a hora da emblemática ruptura, de empunhar o seu escudo e ajustar a armadura, de fazer-se ouvir e não desanimar, de saber que sua voz ao longe vai chegar aos ouvidos de quem pensa que é um rei, que define, que mente e que se faz de lei. É chegada a hora da disrupção, de mostrar que quem manda cá nesta Nação é o povo sofrido, pobre lutador, que por anos seguidos engoliu sua dor.”
A coleção inteira.
Os 9 livros lado a lado, no mesmo tamanho: o padrão que a coleção divide e o jeito próprio de cada um.
Os teus olhos estarão sobre mimMarcos J. Custódio02
Fogaréu LilásSilvana Colombelli Parra Sanches03
Um organismo ainda mais baixoea assumpção04
Pedras espalhadas pelo caminhoNelson Lourenço
Brasil, Baronial ou varonilRodrigo Celestino Rochavocê está aqui
Contos do Nordeste AntigoWagner Pires07
SuturaMarcel Vieira08
A última AméricaTiago Chaves09
Paz e GuerraHenrique Dottoly
Rodrigo Celestino Rocha
Graduado em Comunicação Social pela UFG-GO, é escritor, roteirista, poeta, produtor cultural e músico. Recentemente, no 1º Concurso Literário-Musical da AOLA – Academia Ouro-Finense de Letras e Artes, obteve o 1º lugar com seu conto “Casca de Ferida”, que tornou-se um filme curta-metragem. Conquistou o 1º lugar no Concurso Literário da 22ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, e foi selecionado no XXXI Prêmio Moutonnée de Poesia.
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Mondru · Poetry · 88 pages
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