Pinte-me de azul!
- Finalista do Troféu Capivara 2024 · Escritor Estreante – Reconhecimento Literário
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da dor não se vai tão facilmente ao esplendor
Sobre o livro
O livro traz olhares e sentidos humanistas, mostrando uma poesia crítico-social que jorra na defesa de tudo o quanto seja vulnerável. Ao importar-se com a dor alheia, Gisela também chora a dor da Terra, e verte versos, em resistente revolução. Na obra há estampas de memórias, povoando poemas de possibilidades de voos, na perspectiva de soerguimento. As palavras são puxadas por um metafórico fio azul catártico, que “pinta” o livro de modo a alcançar a representatividade de seres diferentes em suas essências, onde também a autora encontra uma fresta para si.
Por que publicamos
Pinte-me de azul! reúne poesia que olha de frente para o que é vulnerável: mulheres, pessoas em situação de rua, a natureza ferida. Faz isso sem abrir mão do cuidado com a linguagem. A dor alheia é o ponto de partida de uma escrita de resistência e de reconstrução.
Publicamos o livro também pela variedade de formas: versos livres, poemas visuais, aldravia, tercetos e um poema em português e espanhol, sempre atentos ao som e à imagem. É a estreia literária individual de uma autora com longa trajetória em outras áreas, e um livro que pede para ser lido em voz alta.
“Pinte-me de azul, disse a gigante musa negra que tinha em si todas as cores e não precisava de nenhuma delas para ser definida.”
“Na opacidade lá bem no centro dela é que reside a potência do grito.”
Onde este livro esteve.
Eventos, mesas e sessões de autógrafos em que o livro foi apresentado.
Já aconteceram

Gisela Maria Bester
Gisela Maria Bester é gaúcha nascida e criada nas profundidades da região de Érico Veríssimo, dos povos indígenas missioneiros, e fronteiriça com a Argentina, tendo o Parque Estadual do Turvo e o Salto do Yucumã como divisores de águas, matas e mentes. Sagitariana ascendente em humanismos, é apaixonada por gente, bichos e tudo o mais da natureza. É escritora que se importa com a dor dos outros. Radicada desde 1998 em Curitiba, divide-se entre o Sul e o Norte (Tocantins, também sua morada). Morou antes em Florianópolis, Barcelona, Madrid, Roma, Perúgia, Paris e Lisboa, sempre em razão de estudos. É revisora e tradutora de textos. Bacharela, Mestra, Doutora e Pós-Doutora em Direito, área na qual exerceu, por quase trinta anos, o magistério superior e a escrita, tendo diversas publicações (livros individuais e coletivos, artigos, prefácios, posfácios e resenhas), nos gêneros científico-didático, de inserções nacionais e internacionais. Editou revistas científicas e integra conselhos editoriais de periódicos, no Brasil e no exterior. Advogada, foi Diretora-Geral da Escola Superior de Advocacia do Estado do Tocantins (ESA-TO), Conselheira Consultora da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, e também trabalhou nos Ministérios da Justiça e da Educação. Vencedora do Prêmio Nacional Instituto Ethos-Jornal Valor Econômico de Sustentabilidade 8ª Edição-2008 (1º lugar Categoria Professores). Ao aposentar-se como professora universitária, de novembro de 2021 em diante dedica-se à escrita literária, seu sonho de infância. É criadora e curadora do Espaço Poético Folhas Secas-Haicais Tradicionais, na Revista Cultural Mar de Lá, e da Coluna Levando a Constituição a Sério, da Editora Empório do Direito. Publicou poemas livres, haibuns, haicais, resenhas, prefácios, crônicas, contos e microcontos em revistas literárias (Bula, Ecos da Palavra-Amarante/Portugal, Baleia-Coimbra/Portugal, LiterArte-Argentina, Nikkei Bungaku – bilíngue Japão/Brasil, Mar de Lá, Voo Livre), no tradicional jornal Nippon Já, na Newsletter Frestas, e em coletâneas e antologias (Editoras Bestiário, Empório do Direito, Oito e Meio, Máquina de Escrever, Bem Cultural, Sello Off Flip, Telecazu, VersiProsa, Vivara). Integra os coletivos literários Escreviventes, RuídoRosa, Marianas, além da Confraria da Poesia Informal, os Grêmios de Haicai Águas de Março e Sabiá, e os grupos literários O Zen do Haicai, TPM e Poetas Amigos de Isabel Furini. Aprovou contos, poemas e crônica nos Prêmios Off Flip (2022-2023, tendo seu conto de humor recebido destaque, e uma crônica sido finalista). Premiada com menção honrosa na categoria haicais, no 37. Prêmio Literário Yoshio Takemoto (2023). Ocupa a Cadeira 49 da Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia, tendo como Patronesse Wislawa Szymborska. Pinte-me de Azul é o seu primeiro livro literário individual.
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Mondru · Poetry · 128 pages
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