Poesia Campanha aprovada · a caminho Coreografia do Colapso
Não saber é parte da beleza.
Onde o livro está.
A campanha terminou. Agora o livro atravessa quatro etapas até chegar à sua casa; a etapa atual está marcada.
Campanha encerrada e aprovada: o livro vai para a produção.
Diagramação final, prova virtual e fechamento dos arquivos para a gráfica.
SetembroImpressão e acabamento na gráfica parceira. A fila da gráfica define o tempo.
Os exemplares chegam à editora e saem para quem comprou.
Sobre o livro
Este é um livro sobre a teimosia de existir em um mundo que nos empurra para a anestesia. Entre a urgência do cotidiano e o peso das ausências, o autor funde a precisão de um observador atento à sensibilidade de quem transforma cicatrizes em versos. É um manifesto sobre a beleza do erro, a solidão hiperconectada e a busca por um sentido que escape à lógica do capital. Através de uma escrita visceral e urbana, a obra nos lembra que a vida acontece justamente nos desvios e que, mesmo sob o asfalto, a alma ainda é capaz de encontrar o seu próprio ritmo para dançar.
Por que publicamos
Publicamos Coreografia do Colapso porque o livro faz da fragilidade um método. Seus poemas encaram o cansaço, a pressa do consumo e a solidão hiperconectada sem ceder ao cinismo, e encontram na dança, na arte e no recomeço uma forma de resistência.
A linguagem é direta, rítmica e urbana, e transita com liberdade entre o cósmico e o cotidiano, entre o desejo, a fé e a dúvida. É poesia contemporânea que acolhe o erro e o desvio como parte do caminho e sustenta um lugar para a esperança sem promessas fáceis.
“NO ÔNIBUS ERRADO O silêncio vaza pelas janelas. E se este fosse o ônibus errado? Um desvio não planejado, rumando ao centro de um lugar ermo, onde a paz se esconde em árvores frescas? A estrada, fita esticada sem fim, devora vidas inteiras. Nas costas, o peso das conquistas, um atlas de posses. De que valem? Corpos, albergues de erros, desgastam-se de amortecer o peso de um cérebro oprimido, caldeirão fervilhante se acomoda sem conforto e explodiria, não fosse o irromper da dança. Daí fazemos arte, artefato humano propositalmente inútil e vital. A poesia, por exemplo, salvou-me hoje de manhã. Flor que brota do concreto e dá sentido ao erro, ao desvio, à viagem.”

Alan Roger
Alan Roger (Miranda, 1995) é poeta, médico e DJ. Residente em Salvador, carrega o rastro de mais cidades do que pode contar. Aprendeu desde a infância a fazer das palavras abrigo para uma vida marcada por partidas. Autor de Pé-de-mostarda (2016), O que nasce dentro de mim quando o sol se põe não é a lua (2020) e Acomodações Provisórias (2025). Em Coreografia do Colapso, convida o leitor a uma jornada imagética pela memória, pela dor de existir e pela urgência do tempo.
A página de AlanA equipe do livro.
Quem fez este livro junto com o autor.
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Translation, audio and adaptation rights are available. The rights sheet has the synopsis, the author bio and the book details in English.
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