Onde Mora a Poesia
a poética feminina na universidade
O endereço de entrega é pedido no pagamento.
E a gente só fala/escreve sobre aquilo que nos afeta.
Sobre o livro
"Onde mora a poesia: a poética feminina na universidade" é uma antologia poética, com a curadoria das professoras, pesquisadoras e escritoras Kellen Dias e Leila Mendes, ambas docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A escrita como labor no mundo acadêmico é corpo do imaginário nas idealizações e realizações das pesquisas, experiências, assim como é corte profundo da imaginação em modelos textuais rígidos e castradores. No entanto, corpos femininos, entrecortados pelo múltiplo, extrapolam poesia. Assim, a antologia busca desenhar uma estrada possível a essa linha de fuga de quem trabalha com a palavra, dando chance de ela fluir imageticamente em prosa e versos, reunindo a produção de mulheres cis e trans que habitam o espaço das universidades públicas brasileiras.
Por que publicamos
Onde mora a poesia reúne textos de trinta e duas mulheres, entre estudantes, docentes e servidoras de instituições públicas de quase todas as regiões do país. A antologia pergunta onde a poesia feminina encontra morada dentro da universidade e responde com prosa e verso, em muitas vozes.
A curadoria de Kellen Dias e Leila Mendes, docentes da UERJ, sustenta uma coletânea plural, que une memória, corpo e pensamento. Publicamos este livro porque ele amplia o mapa da poesia brasileira de hoje e faz da escrita um gesto coletivo.
“Nessa antologia, nos desafiamos a pensar sobre a morada da poesia, chamada feita para mulheres que habitam o espaço da universidade pública. Pensar onde mora a poesia feminina, implica pensar sobre o que nós, mulheres, falamos/escrevemos. E a gente só fala/escreve sobre aquilo que nos afeta. Ninguém fala sobre algo que ignora. Nesse sentido, perguntamos: que afetos atravessam os corpos das mulheres que escrevem poesia? O que marca o corpo físico e simbólico de uma mulher? O que ela guarda na memória? Essa memória, e a materialização dessa memória, é o resultado da forma como nos dobramos sobre o mundo e sobre nós mesmos, revivendo a experiência estética que é também política e ética. E se nos debruçamos sobre a escrita, fazemos poesia. Assim, a poesia feminina é um movimento estético do dizer. De um dizer plural e heterogêneo, mas que atravessado por memórias do feminino. Escrever/ler poesia de mulheres permite-nos ressignificar sentidos normatizados, criar furos nas normas instituídas, ajudando-nos a curar as cicatrizes das memórias e a pensarmos em outros mundos.”
“E a chamada ressoou, fez eco. Textos de trinta e duas mulheres compõem essa Antologia. Trinta e duas mulheres discentes, docentes e servidoras representando instituições públicas de quase todas as regiões do Brasil.”
“Kellen Dias e Leila Mendes”
Onde este livro esteve.
Eventos, mesas e sessões de autógrafos em que o livro foi apresentado.
Já aconteceram

Kellen Dias
É carioca, nasceu em 1979, e cresceu no subúrbio da cidade. Viveu a infância encantada pelos “livros de adulto” de seu pai, fascinada pela ficção e pela filosofia… Essa paixão a fez professora, fez Graduação, Mestrado e Doutorado em Letras na UERJ, seu lugar preferido. Hoje, é docente da mesma instituição, e multiplica a paixão pela literatura com seus alunes. A poesia sempre a acompanhou e começou a querer ganhar o mundo. Honrando o fêmino-poder de comunhão, ela deu a mão à outra mulher-poeta e publica “Subterrâneos do útero”, sua obra poética de estreia.
A página de Kellen
Leila de Carvalho Mendes
Leila Mendes é doutora em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, desde 2000, Leila tem se dedicado ao ensino superior e à formação de professores. Além de sua trajetória acadêmica, Leila Mendes se dedica à produção literária com a publicação de seu primeiro livro de poesias, Subterrâneos do Útero (Editora Mondru) em 2022, e, em 2024, coorganizou a antologia Onde mora a poesia, em parceria com Kellen Dias, buscando ouvir as vozes das mulheres que ocupam o espaço público. Com a publicação de Aninha e o medo que não dormia, pela Porquê, selo infantil da Editora Mondru, Leila se lança no cenário da literatura infantojuvenil.
Ana Carolina da Silva Coelho, nasceu dia 24 de Outubro de 1995 em Minas Gerais, onde viveu até os sete anos de idade, quando se mudou para o Rio de Janeiro com a família. Começou a desenhar na infância como quase toda criança, e continua desenhando até hoje, como quase nenhum adulto. Ama pintar com aquarela, mas confessa que a arte digital anda ocupando cada vez mais espaço no seu coração. Atualmente cursa Pedagogia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – FEBF e tem como hobbie (além da ilustração) ler hqs e livros góticos/Russos/infanto juvenil, claro, sem deixar os desenhos animados de lado.
A página de LeilaA equipe do livro.
Quem fez este livro junto com o autor.
Este livro pode chegar a mais estantes.
Leve Onde Mora a Poesia para a sua estante.
Vendemos direto para livrarias, bibliotecas, escolas e clubes de leitura, com desconto por quantidade e nota fiscal.
Escreva sobre Onde Mora a Poesia.
Press release pronto para copiar, capa e foto em alta, citações e ficha técnica. Exemplares para resenha mediante pedido.
Bring Where Poetry Dwells to your language.
Translation, audio and adaptation rights are available. The rights sheet has the synopsis, the author bio and the book details in English.
Mondru · Poetry · 112 pages
Do mesmo selo.
Aos ouvidos dos cães
Para onde sou
Escandalizar Desertos
Lembrar Esquecer
Se essa Rua fosse minha
O suficiente para dizer que se está longe
Receba as novidades da Mondru.
Lançamentos, campanhas novas e promoções no seu e-mail. Escolha do que quer saber: sem marcar nada, você recebe tudo.
Ganhe 10% na primeira compra: o cupom chega no e-mail de confirmação.
