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Taxidermia dos meus dias

R$ 62,90Compra antecipada · junho

Aqui nada é novo, mas também é primeira vez. Tudo tem febre, apesar dos tremores tatearem a delicadeza.

Trecho de Taxidermia dos meus dias
A travessia

Onde o livro está.

A campanha terminou. Agora o livro atravessa quatro etapas até chegar à sua casa; a etapa atual está marcada.

01 · concluídoAprovado

Campanha encerrada e aprovada: o livro vai para a produção.

02 · agoraPré-impressão

Diagramação final, prova virtual e fechamento dos arquivos para a gráfica.

Junho
03 · a seguirNa gráfica

Impressão e acabamento na gráfica parceira. A fila da gráfica define o tempo.

04 · a seguirChegando

Os exemplares chegam à editora e saem para quem comprou.

Sinopse

Sobre o livro

“Taxidermia dos meus dias”, de Maykel M. de Paiva, constitui-se como um “museu de inícios” onde o autor preserva visceralmente as “epidermes das memórias” e as “carcaças imaturas” de sua própria história, utilizando a metáfora da taxidermia para curtir e manter viva a essência do que foi vivido. Estruturada cronologicamente para espelhar a existência como “um dia inteiro / Que nasce, vive, morre e renasce”, a obra transita entre as seções “Manhãs”, “Tardes”, “Noites” e “Son(h)olência”, explorando a angústia da solidão, a complexidade dos afetos e a busca pela identidade em um “não-lugar” existencial. Através de uma linguagem que mescla prosa e poesia, o livro propõe a conservação da “própria imperfeição” e dos “relevos de ausências” como objetos frágeis e preciosos, convidando o leitor a testemunhar um processo literário de sobrevivência e resistência ao esquecimento.

Nota editorial

Por que publicamos

Publicamos este livro porque ele transforma a memória em gesto poético: reúne textos do começo de uma trajetória de escrita e os trata com cuidado de arquivo, sem maquiar a juventude. A imagem do museu dá unidade a poemas e prosas poéticas bem diversos.

A estrutura de um dia inteiro, das manhãs ao sono que não vem, oferece ao leitor um fio claro. Dentro dele, a poesia trata de solidão, afeto e identidade com sinceridade e invenção de linguagem, e escolhe o risco.

Do livro
“Eu preparei os meus primeiros dias com o cuidado que o instante reza: separei as espécies mais ou menos diversas; tirei as epidermes das memórias; as curti em um ímpeto que as colocaram como quase importantes. Usei as carcaças imaturas para moldar os detalhes que pareciam palavras ao léo.”
“Assim, eu preservei o rosto da arritmia romântica que apertou o meu peito; os relevos de ausências muito antes do meu nascimento; os castigos e as cantigas analógicos que vibraram no meu corpo e adjacências. Eu me tornei o álcool e o formol daqueles que me deram e me tiraram a vida, em todos os sentidos.", "Eu tentei me construir no espelho: primeiro colori as minhas roupas, as minhas mentiras e os meus desejos com um lápis de ponta camaleão. Depois, com os dedos, cortei os meus cabelos, sorri e permaneci sorrindo, ao mesmo tempo em que a minha alma chorava em algum lugar incolor.”
“A vida é como um dia inteiro Que nasce, vive, morre e renasce. A manhã sorri como uma criança pronta para descobrir o mundo, Tirando e chamando as cores de algum lugar que nossos olhos não tocam Para que juntas caminhem em um futuro incerto, mas esperado.”
“E eu sou aquele que sobreviveu ao Seu calor e cheiro, Sem caminho algum para seguir, sem um alguém para me adorar. Depois dos restos de glória espalhados pelo chão, Assim como os quebrados portões da minha terra, O silêncio me mostrou um reino maior que a minha decadência. Nesse lugar havia rosas e também os seus espinhos: Minhas fronteiras desatadas por um castigo dito justo Agora me mostravam o mundo faminto de mais um morador.”
Maykel M. de Paiva
Quem escreveu

Maykel M. de Paiva

Nascido e crescido em Goiânia, Goiás (GO), Maykel de Paiva é formado em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e mestrando em Filosofia pela mesma instituição. Começou a escrever poesia no início da adolescência e, tempos depois, criou o blog inicialmente chamado “Devaneios de uma mente insana” para publicar alguns dos seus poemas, espaço onde também se aventurou em outros estilos literários. Foi da reunião de alguns desses textos que nasceu o “Taxidermia dos meus dias”, uma forma de resgate e ode ao início de sua poesia e de seu poetizar.

A página de Maykel
Quem fez este livro

A equipe do livro.

Quem fez este livro junto com o autor.

JBJeferson BarbosaEditor · Capa e projeto gráfico · Editor-Chefe / Sócio-Diretor · @jeferson3barbosaJMJuliana MatosCoordenação editorial · Sócia-Diretora · @juliana3matosKSKhálysto SoaresAssistente editorial · @khalysto.soaresMMMatheus MitreRevisão · @mmitretayar
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Original title: Taxidermia dos meus dias · Maykel M. de Paiva
Mondru · Poetry · 140 pages
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